Kaique Mitsuo Silva Yamamoto
Mercado financeiroAnalise tecnica

Guia Definitivo de SMC (Smart Money Concepts) no Brasil: do zero ao avançado

Atualizado em 18 de fevereiro de 2026.

Este material é educacional e não constitui recomendação de investimento. Operar mercado envolve risco real de perda, custos operacionais, slippage e risco de execução.

Sumário

  1. Introdução: o que é SMC e por que ganhou espaço
  2. Fundamentos: estrutura, liquidez e deslocamento
  3. BOS, CHoCH e MSS: diferença prática
  4. Liquidez: equal highs/lows, varredura e inducement
  5. Order Blocks, Breakers e Mitigação
  6. Fair Value Gap (FVG) e Imbalance
  7. Premium/Discount e ponto de interesse (POI)
  8. Multi-timeframe: externo vs interno
  9. Execução: contexto, gatilho e gestão de risco
  10. Estudo de caso 1: B3 (WIN/WDO)
  11. Estudo de caso 2: Cripto (BTC/ETH)
  12. Estudo de caso 3: Forex/Índice (EURUSD/S&P)
  13. Erros comuns em SMC
  14. Templates prontos em Markdown
  15. Vídeos explicativos (embeds responsivos)
  16. Roadmap de estudo com campos clicáveis
  17. Backlinks e referências reais
  18. Fontes brasileiras recomendadas
  19. Checklist final de implementação

1) Introdução: o que é SMC e por que ganhou espaço

SMC (Smart Money Concepts) é um conjunto de leituras de preço focado em estrutura de mercado, liquidez e deslocamento. Na prática, a proposta é interpretar onde participantes grandes tendem a executar posições e como isso aparece no gráfico via quebras estruturais, varreduras de liquidez e regiões de ineficiência.

No Brasil, SMC ganhou tração por três motivos:

  • integração com plataformas que facilitam marcação visual;
  • busca por leitura “contextual” além de indicadores clássicos;
  • popularização de conteúdos de estrutura (BOS/CHoCH/FVG/OB).

1.1) O que SMC NÃO é

  • não é sinal automático de compra/venda;
  • não é garantia de acerto;
  • não substitui risco, execução e disciplina;
  • não tem padronização universal entre comunidades.

1.2) Onde SMC ajuda

  • organizar o contexto direcional;
  • evitar entradas no meio do nada;
  • mapear regiões de interesse (POI);
  • separar continuidade de possível reversão.

1.3) Onde SMC falha

  • subjetividade alta se não houver regra escrita;
  • excesso de marcação pode virar “explicação retroativa”;
  • custo e slippage podem invalidar setup bonito;
  • sem filtro temporal e de liquidez, há overtrade.

2) Fundamentos: estrutura, liquidez e deslocamento

SMC fica robusto quando você trata três blocos como inseparáveis:

  • estrutura (topos/fundos e sua quebra);
  • liquidez (onde o mercado tende a buscar ordens);
  • deslocamento (força da perna após evento estrutural).

2.1) Estrutura externa e interna

  • Estrutura externa: movimento dominante em timeframe maior.
  • Estrutura interna: microestrutura no timeframe de execução.

Sem essa separação, é comum operar CHoCH interno contra tendência externa e chamar isso de setup de reversão quando na prática é só pullback.

2.2) Liquidez como combustível

SMC assume que o mercado frequentemente “procura” liquidez antes de deslocar. Por isso, equal highs/equal lows, máxima/mínima óbvia e regiões de stop concentrado tendem a ter reação.

2.3) Deslocamento como confirmação

Quebra sem deslocamento convincente costuma gerar armadilha. Em termos operacionais, deslocamento ajuda a validar se houve de fato mudança de comportamento ou apenas ruído.

2.4) Diagrama ASCII: leitura base

Tendência de alta (estrutura externa)

HH -----
      \      (pullback interno)
       HL ---\
              HH (BOS externo)

Leitura:
- pullback interno não invalida alta externa
- BOS externo com deslocamento reforça continuidade

3) BOS, CHoCH e MSS: diferença prática

3.1) BOS (Break of Structure)

Quebra estrutural na direção da tendência dominante. Exemplo clássico:

  • tendência de alta fazendo HH/HL;
  • preço rompe último HH relevante;
  • continuidade ganha confirmação estrutural.

3.2) CHoCH (Change of Character)

Primeira quebra contra a direção anterior, sugerindo possível transição de regime. Não é reversão garantida; é alerta de mudança de caráter.

3.3) MSS (Market Structure Shift)

Algumas metodologias usam MSS como versão mais “forte” de mudança estrutural, geralmente exigindo sequência de confirmação além do primeiro CHoCH.

3.4) Tabela comparativa

ConceitoFunção principalContexto típicoRisco de interpretação
BOSConfirmar continuidadeTendência já estabelecidaEntrar tarde em exaustão
CHoCHAlertar possível viradaFim de impulso/pullback profundoTratar pullback como reversão
MSSConfirmar virada com mais critérioTransição de regimePerder timing por excesso de confirmação

3.5) Diagrama ASCII: BOS x CHoCH

Alta anterior:   HH -> HL -> HH -> HL

Caso BOS:
HH -> HL -> HH (rompe topo anterior)

Caso CHoCH:
HH -> HL -> LH -> rompe HL

Resumo:
- BOS = continuidade
- CHoCH = possível mudança

4) Liquidez: equal highs/lows, varredura e inducement

4.1) Equal highs/equal lows

Regiões de topos/fundos praticamente no mesmo nível atraem atenção porque concentram ordens de stop/entrada.

4.2) Liquidity sweep (varredura)

Quando o preço ultrapassa uma máxima/mínima óbvia e retorna rapidamente para dentro da faixa, temos um comportamento clássico de varredura.

4.3) Inducement (indução)

Movimento que “convida” entrada prematura antes do deslocamento principal. Em termos práticos, é o mercado criando narrativa para posicionamento do lado fraco.

4.4) Diagrama ASCII: varredura

Equal highs:       x      x
                    \____/
                      ^ varredura acima
                      v retorno para dentro

Leitura:
- rompeu o topo visível
- não sustentou
- contexto pode favorecer movimento contrário

4.5) Regras práticas de filtro

  • varredura sem deslocamento contrário forte = cuidado;
  • varredura contra estrutura externa dominante = menor probabilidade;
  • notícia macro pode produzir varredura e seguir no mesmo sentido.

5) Order Blocks, Breakers e Mitigação

5.1) Order Block (OB)

Na prática de SMC, OB costuma ser a última vela contrária antes de um deslocamento que quebra estrutura.

  • OB de compra: última vela de baixa antes de deslocamento de alta relevante;
  • OB de venda: última vela de alta antes de deslocamento de baixa relevante.

5.2) Mitigação

Quando o preço retorna ao OB para “retestar” a região, alguns traders chamam esse retorno de mitigação.

5.3) Breaker block

Quando uma região antes válida falha e passa a atuar no sentido oposto, entra o conceito de breaker.

5.4) Tabela prática: OB vs Breaker

ConceitoLeituraUso operacionalErro comum
OBorigem de deslocamentobuscar reação em retestemarcar qualquer vela grande
Breakerfalha/flip de regiãousar como confirmação de continuidade opostaignorar contexto macro

5.5) Critérios mínimos para OB robusto

  • relação clara com quebra estrutural;
  • deslocamento nítido após origem;
  • localização coerente em premium/discount;
  • confluência com liquidez varrida.

6) Fair Value Gap (FVG) e Imbalance

6.1) O que é FVG

FVG é uma lacuna de negociação entre velas, frequentemente interpretada como ineficiência de preço gerada por deslocamento forte.

Forma didática em 3 velas:

  • vela 1 (origem)
  • vela 2 (deslocamento forte)
  • vela 3 (continuidade)

Se houver espaço entre máxima da vela 1 e mínima da vela 3 (ou inverso), temos gap estrutural observado por muitos praticantes de SMC.

6.2) Por que o preço retorna ao FVG

Hipótese prática: o mercado tende a “revisitar” regiões de ineficiência para equilibrar fluxo antes de seguir direção dominante.

6.3) Diagrama ASCII: FVG

Alta com deslocamento:

V1 high ---------
            (gap)      <- FVG
V3 low  ----------

Uso comum:
- esperar retorno parcial ao FVG
- buscar continuação no sentido do deslocamento

6.4) Erros comuns com FVG

  • tratar qualquer gap pequeno como oportunidade;
  • ignorar estrutura externa;
  • entrar sem confirmação mínima de reação;
  • operar FVG contra liquidez principal sem contexto.

7) Premium/Discount e ponto de interesse (POI)

Premium/Discount é uma régua simples e útil em SMC.

  • Discount: região “abaixo da metade” do range relevante, frequentemente usada para buscar compras em tendência de alta.
  • Premium: região “acima da metade” do range relevante, frequentemente usada para buscar vendas em tendência de baixa.

7.1) Como definir range relevante

  • último swing macro;
  • perna que originou deslocamento estrutural;
  • range de sessão, quando a estratégia for intraday.

7.2) POI (Point of Interest)

POI é a área de interesse para possível execução, normalmente combinando:

  • OB;
  • FVG;
  • nível de liquidez;
  • posição em premium/discount.

7.3) Tabela: critérios de POI

CritérioForteFraco
Estruturaalinhado ao externocontra externo sem confirmação
Deslocamentoclaro e recentefraco e antigo
Liquidezvarrida com reaçãosem evento claro
Localizaçãopremium/discount coerentemeio do range

8) Multi-timeframe: externo vs interno

8.1) Regra simples de hierarquia

  • TF alto define viés;
  • TF médio define contexto e zonas;
  • TF baixo define gatilho de execução.

Exemplo:

  • Externo (4H/1H): tendência de alta com BOS recente;
  • Médio (15m): pullback em discount até OB;
  • Interno (5m/1m): CHoCH de alta para gatilho.

8.2) Diagrama ASCII: alinhamento MTF

HTF:  alta (HH/HL)
MTF:  pullback até zona
LTF:  CHoCH de alta + deslocamento

Se 3 camadas alinharem -> cenário mais robusto

8.3) Erro clássico em MTF

Querer operar reversão de LTF enquanto HTF está em continuidade limpa, sem gatilho forte de mudança externa.


9) Execução: contexto, gatilho e gestão de risco

9.1) Estrutura de decisão operacional

  1. Contexto: tendência, sessão, volatilidade, evento macro.
  2. Zona: POI com critério (OB/FVG/liquidez/premium-discount).
  3. Gatilho: confirmação interna (CHoCH/BOS com deslocamento).
  4. Risco: stop objetivo, tamanho de posição e limite diário.

9.2) O que evitar

  • entrada por antecipação sem gatilho;
  • mover stop por emoção;
  • dobrar mão para “recuperar”;
  • operar fora do horário/plano definido.

9.3) Tabela: checklist pré-entrada

ItemSim/Não
Estrutura externa definida
Liquidez relevante mapeada
POI com critério objetivo
Gatilho interno confirmado
Stop técnico claro
Risco por trade dentro do limite

10) Estudo de caso 1: B3 (WIN/WDO)

10.1) Cenário didático WIN

  • Viés externo de alta;
  • pullback até discount + OB;
  • varredura de mínima interna;
  • CHoCH de alta no micro para gatilho.

Possível leitura:

  • entrada no reteste do deslocamento;
  • stop abaixo da varredura;
  • parcial em topo intermediário;
  • gestão final por estrutura.

10.2) Cenário didático WDO

  • dia de notícia pode invalidar leitura fina;
  • priorizar confirmação de deslocamento;
  • reduzir lote em alta volatilidade.

10.3) Diagrama ASCII B3

WIN 1m/5m (didático)

Liq baixa varrida -> CHoCH alta -> BOS interna
                 -> reteste POI -> continuação

11) Estudo de caso 2: Cripto (BTC/ETH)

11.1) Cenário BTC

  • mercado 24/7 aumenta chance de armadilha em horários de baixa liquidez;
  • FVG em tendência forte pode ser parcialmente mitigado e seguir;
  • risco de evento inesperado é maior que em janelas de bolsa fechada.

11.2) Cenário ETH

  • semelhante ao BTC, mas com comportamento de liquidez próprio;
  • atenção a correlação intradiária com BTC em momentos de estresse.

11.3) Regras práticas para cripto

  • evitar operação sem stop técnico;
  • reduzir exposição em volatilidade extrema;
  • usar filtro de sessão (horários de maior liquidez).

12) Estudo de caso 3: Forex/Índice (EURUSD/S&P)

12.1) EURUSD

  • sessões Londres e NY concentram liquidez;
  • equal highs/lows em sessão morta podem ser menos confiáveis;
  • spread e execução são variáveis críticas.

12.2) S&P 500

  • abertura americana costuma ter deslocamentos agressivos;
  • aguardar contexto inicial pode reduzir erro;
  • operação contra direção dominante exige confirmação extra.

12.3) Quadro de decisão

AtivoMelhor contextoCuidado principal
EURUSDsessão ativaspread variável
S&Papós contexto de aberturafalso rompimento inicial

13) Erros comuns em SMC

  • marcar tudo como OB/FVG e perder objetividade;
  • ignorar tendência externa;
  • operar apenas por varredura sem deslocamento;
  • superestimar assertividade de CHoCH;
  • trocar regra toda semana (overfitting discricionário);
  • ignorar custo operacional e slippage.

13.1) Antídoto prático

  • reduzir número de conceitos ativos por setup;
  • padronizar checklist;
  • medir aderência ao plano, não só PnL;
  • revisar semanalmente com critérios fixos.

14) Templates prontos em Markdown

14.1) Template de playbook SMC

# Playbook SMC - [ATIVO]

## Contexto
- Timeframe externo:
- Viés estrutural:
- Liquidez principal:
- Sessão:

## Zona de interesse
- Tipo de POI (OB/FVG/Breaker):
- Premium/Discount:
- Evidência de deslocamento:

## Gatilho de execução
- Condição de CHoCH/BOS interno:
- Ponto de entrada:
- Stop técnico:
- Alvos/parciais:

## Gestão de risco
- Risco por trade:
- Limite de perda diária:
- Regra de pausa:

14.2) Template de diário

# Diário SMC - [DATA]

- Setup executado:
- Contexto alinhado? sim/não
- Gatilho objetivo? sim/não
- Erro de execução:
- Resultado líquido:
- Lição do dia:

15) Vídeos explicativos (embeds responsivos)

15.1) Estrutura e CHoCH (conteúdo em PT-BR)

15.2) Liquidez e Order Blocks

15.3) Complemento: Order Flow e SMC

Para complementar o estudo de SMC com leitura de fluxo de ordens (Flow Map, footprint e tape), consulte a página dedicada: Order Flow no Mercado Financeiro


16) Roadmap de estudo com campos clicáveis

Módulo 1: Estrutura de mercado (Semana 1)

Objetivo: dominar HH/HL/LH/LL, BOS e CHoCH. Entregável: 30 marcações comentadas em gráfico sem operar.

Módulo 2: Liquidez e varreduras (Semana 2)

Objetivo: reconhecer equal highs/lows, sweep e inducement. Entregável: biblioteca de exemplos válidos e inválidos.

Módulo 3: POIs (OB/FVG/Breaker) (Semana 3)

Objetivo: padronizar critérios de POI. Entregável: checklist objetivo para cada tipo de zona.

Módulo 4: Execução e risco (Semana 4)

Objetivo: transformar leitura em execução repetível. Entregável: playbook com regra de entrada, stop, parcial e pausa.

Módulo 5: Validação e governança (Semana 5+)

Objetivo: evitar overfitting e subjetividade. Entregável: relatório de consistência por regime e changelog de regras.



18) Fontes brasileiras recomendadas


19) Checklist final de implementação

  • Definição oficial de BOS/CHoCH/MSS escrita
  • Critério de liquidez varrida padronizado
  • Critério de OB/FVG válido documentado
  • Regra de contexto MTF ativa
  • Gatilho de execução objetivo
  • Stop técnico e risco por trade definidos
  • Limite diário e regra de pausa definidos
  • Diário e revisão semanal em funcionamento

Conclusão

SMC pode ser extremamente útil para organizar leitura de preço, desde que você trate o método como processo e não como coleção de nomes. A robustez vem de:

  • regra objetiva;
  • contexto multi-timeframe;
  • execução disciplinada;
  • gestão de risco;
  • revisão contínua com critérios.

Sem isso, SMC vira só narrativa retroativa. Com isso, vira framework operacional consistente.

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Sumário1) Introdução: o que é SMC e por que ganhou espaço1.1) O que SMC NÃO é1.2) Onde SMC ajuda1.3) Onde SMC falha2) Fundamentos: estrutura, liquidez e deslocamento2.1) Estrutura externa e interna2.2) Liquidez como combustível2.3) Deslocamento como confirmação2.4) Diagrama ASCII: leitura base3) BOS, CHoCH e MSS: diferença prática3.1) BOS (Break of Structure)3.2) CHoCH (Change of Character)3.3) MSS (Market Structure Shift)3.4) Tabela comparativa3.5) Diagrama ASCII: BOS x CHoCH4) Liquidez: equal highs/lows, varredura e inducement4.1) Equal highs/equal lows4.2) Liquidity sweep (varredura)4.3) Inducement (indução)4.4) Diagrama ASCII: varredura4.5) Regras práticas de filtro5) Order Blocks, Breakers e Mitigação5.1) Order Block (OB)5.2) Mitigação5.3) Breaker block5.4) Tabela prática: OB vs Breaker5.5) Critérios mínimos para OB robusto6) Fair Value Gap (FVG) e Imbalance6.1) O que é FVG6.2) Por que o preço retorna ao FVG6.3) Diagrama ASCII: FVG6.4) Erros comuns com FVG7) Premium/Discount e ponto de interesse (POI)7.1) Como definir range relevante7.2) POI (Point of Interest)7.3) Tabela: critérios de POI8) Multi-timeframe: externo vs interno8.1) Regra simples de hierarquia8.2) Diagrama ASCII: alinhamento MTF8.3) Erro clássico em MTF9) Execução: contexto, gatilho e gestão de risco9.1) Estrutura de decisão operacional9.2) O que evitar9.3) Tabela: checklist pré-entrada10) Estudo de caso 1: B3 (WIN/WDO)10.1) Cenário didático WIN10.2) Cenário didático WDO10.3) Diagrama ASCII B311) Estudo de caso 2: Cripto (BTC/ETH)11.1) Cenário BTC11.2) Cenário ETH11.3) Regras práticas para cripto12) Estudo de caso 3: Forex/Índice (EURUSD/S&P)12.1) EURUSD12.2) S&P 50012.3) Quadro de decisão13) Erros comuns em SMC13.1) Antídoto prático14) Templates prontos em Markdown14.1) Template de playbook SMC14.2) Template de diário15) Vídeos explicativos (embeds responsivos)15.1) Estrutura e CHoCH (conteúdo em PT-BR)15.2) Liquidez e Order Blocks15.3) Complemento: Order Flow e SMC16) Roadmap de estudo com campos clicáveis17) Backlinks e referências reais18) Fontes brasileiras recomendadas19) Checklist final de implementaçãoConclusão