Kaique Mitsuo Silva Yamamoto
Ia

Integração de LLMs (OpenAI, Anthropic, Gemini e Llama)

Como combinar modelos proprietários e open-weight em uma arquitetura única de IA com fallback, roteamento e controle de custo.

Integrar múltiplos LLMs em vez de depender de um único provedor reduz risco operacional, melhora custo-benefício e aumenta flexibilidade técnica.

Para que serve

  • Evitar vendor lock-in em IA generativa
  • Rotear cada tarefa para o modelo mais adequado (qualidade, latência ou custo)
  • Criar fallback quando um provedor estiver indisponível
  • Atender requisitos de compliance com modelos em nuvem e on-premise

Como funciona

Uma integração madura costuma ter quatro camadas:

  1. Gateway de modelos: abstrai SDKs e APIs (OpenAI, Anthropic, Gemini, Llama).
  2. Roteador de prompts: escolhe o modelo por tipo de tarefa.
  3. Políticas de execução: timeout, retry, fallback e limites de custo.
  4. Observabilidade de IA: mede latência, qualidade e consumo de tokens.

Fluxo comum:

  1. A aplicação envia uma tarefa (ex.: resumo, extração, classificação).
  2. O roteador aplica regra de decisão (ex.: "classificação curta = modelo rápido").
  3. O gateway executa no provedor selecionado.
  4. Se falhar, aplica fallback para outro modelo.
  5. O resultado é validado (schema/guardrails) antes de retornar ao usuário.

Onde aplicar

  • Copilotos internos: suporte, produto, engenharia e operação
  • Automação documental: contratos, políticas, chamados e e-mails
  • Atendimento com IA: chat multicanal com escalonamento para humano
  • Plataformas SaaS: recursos de IA com planos por limite de uso

Estratégia prática de adoção

  • Comece com 2 provedores: um principal e um fallback
  • Defina tarefas com SLA e orçamento de tokens
  • Use avaliação contínua (A/B de prompts e modelos)
  • Versione prompts como código

Referências oficiais (Web)